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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Tyranni
Infraordem: Tyrannides
 Wetmore & Miller, 1926
Parvordem: Tyrannida
Família: Cotingidae
 Bonaparte, 1849
Subfamília: Cotinginae
 Bonaparte, 1849
Espécie: P. averano

Nome Científico

Procnias averano
(Hermann, 1783)

Nome em Inglês

Bearded Bellbird


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Araponga-do-nordeste

A araponga-do-nordeste é uma ave passeriforme da família Cotingidae.
Conhecida também como ferreiro (Bahia, Maranhão, Piauí e Alagoas) e guiraponga (Pernambuco).
Há uma lenda entre os índios, onde a araponga venceu a onça num duelo de vozes. O rugido da onça espantou toda a selva, mas o voz da araponga assustou a onça e a fez cair da árvore.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) prokne = personagem da mitologia grega que se transformou em andorinha; e do (francês) averano = verão; nome dado a esta ave por Buffon (1770-1783). ⇒ Ave do verão.

Características

O macho mede 28 centímetros de comprimento e a fêmea mede 26,5 centímetros e pesa entre 125 e 178 gramas.
O macho é branco-acinzentado, com a cabeça marrom e as asas pretas, apresentando uma série de longas peles pendentes na região da garganta, onde não há penas e a fêmea é olivácea, com o alto da cabeça verde-opaco, sem as peles na garganta.

A vocalização estridente que ela emite, é como se alguém estivesse batendo numa bigorna.

Subespécies

Possui duas subespécies reconhecidas:

Aves Brasil CBRO - 2015 (Piacentini et al. 2015); (Clements checklist, 2014).

Fotos das subespécies de (Procnias averano)
(Ssp. averano) (Ssp. carnobarba)

Alimentação

Alimenta-se principalmente frutos, insetos e larvas.

Reprodução

A Araponga bota em média 2 ovos na cor de ferrugem. O ninho é feito na forquilha dos galhos. Os filhotes nascem após 18 dias.

Hábitos

Varia de incomum a localmente comum na copa e nas bordas de florestas úmidas e capoeiras.

Distribuição Geográfica

Presente em Roraima, e, localmente, do Maranhão e Piauí para leste até Pernambuco e Alagoas. Encontra-se ameaçada de extinção nos estados mais ao sul da Região Nordeste. Encontrada, também, na Colômbia, Venezuela e Guiana.

Referências

Consulta bibliográfica sobre as subespécies:

Galeria de Fotos